Depois das festas, a diversão foi muito ótimo entretanto parece que passou um furacão e devemos arrumar tudo… Mas recebemos nos últimos dias do ano um poema que ajuda a gente deixar a moradia arrumada pela quantidade certa! A nossa agora está com vida dessa maneira! Um local ajeitado, limpo, com espaço livre afim de circulação e uma bacana entrada de luminosidade. Mas moradia, para mim, precisa ser moradia e não um centro cirúrgico, um caso de novela. Casa com vida, com o objetivo de mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de recinto.
Casa com vida tem fogão gasto pelo exercício, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo com finalidade de mesa da cozinha. Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é residência sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, com o objetivo de mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Casa com existência é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia. Casa com vida é aquela que a gente arruma com intenção de continuar com a cara da gente. E reconhecer nela o teu território. Para saciar os curiosos: após usar como tina, a máquina de lavar continua funcionando normalmente. A máquina de lavar virou tina de gelo e sobreviveu! Bebidas geladas pra festa, e roupas limpas depois.
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“A realidade na ponta está muito cruel, você está com uma faca no seu peito, atendendo de cada jeito, porque você imediatamente tem outro na porta. Ter espaço não apenas para conversar os casos, entretanto pra nos discutirmos. Precisamos processar o sofrimento, a impotência, isto é saúde do trabalhador”. “Mudamos pela nossa vida pessoal, na condição de resolver com os filhos.
Paramos de fragmentar o entendimento, a existência. Muitas coisas que a gente apontava que os pacientes tinham que variar, a gente assim como devia mudar”. “Alguns assumimos uma apresentação de mais liderança. Outros, que nunca manifestávamos considerações, de imediato participamos das conversas. O curso potencializou nossa ação como pessoas. Conseguimos assistir e nos botar na verdade do outro”. “O curso foi um desafio e uma motivação muito amplo.
Quando resolvemos um caso ou conseguimos pequenas coisas, nos damos conta de que fazemos diferença, que o nosso serviço tem valor. Aquele preconceito, de sermos uma equipe que trabalha no ‘postinho’, diminuiu muito. Ao incitar o comprometimento dos alunos com o projeto institucional da Atenção Básica, o curso operou como um equipamento de desalienação e restauração do serviço em saúde como obra. A ênfase no aspecto relacional foi apontada como uma coisa que favoreceu a reflexão sobre isto si mesmo: “Escolhemos o caso com que tínhamos mais identificação e complexidade, logo fomos aprendendo a suportar com as nossas implicações”.
Valorizando a singularidade da experiência registrada pelo olhar e pela escuta do profissional e da equipe, os alunos puderam se situar a si próprios pela relação, defrontando-se com seus preconceitos, angústias e defesas. O esforço em proporcionar um setting protegido para a grupalidade resultou num espaço percebido como continente para que todos trouxessem as vicissitudes da prática, “as dúvidas mais doloridas, sem medo da crítica”. Observou-se que os efeitos do curso se situaram em 3 dimensões interdependentes: discernimento; atitudes e posturas; e competências e habilidades. A experiência de ver e conversar a prática num espaço coletivo foi potente para modificar a conexão dos alunos com o discernimento.
Eles assumiram a localização de quem constrói o conhecimento, ao equacionar conceitos e normas pela percepção do caso especial, compondo um saber interdisciplinar, isto é, a própria práxis da saúde1919 Denzin KN, Lincoln YS. Handbook of qualitative research. Foi marcante a ampliação da capacidade reflexiva e analítica dos alunos. Reconhecendo a medida política da clínica, compreenderam as interligações entre modelos de gestão, organização dos serviços e práticas assistenciais, e questionaram-se sobre o que produzem pela clínica. Aqui, trata-se da incorporação de conhecimentos, contudo assim como de uma aparência crítico-reflexiva diante do mundo e do papel social do profissional de saúde. As intervenções junto ao caso de Dna.
Ana comprovam o desenvolvimento de competências e habilidades respeitáveis para uma clínica sensível à grandeza da subjetividade1515 Onocko Campos R. A gestão: espaço de intervenção, observação e especificidades técnicas. In: Campos GWS, organizador. A estratégia de conversa de casos foi propícia pra o entendimento a respeito da conexão terapêutica e entre a equipe, e pra perceberem a si mesmos envolvidos nas tramas de afetos, poderes, saberes e interesses99 Oury J. Itinerários de geração. A metodologia do curso cumpriu o objetivo de fazer, junto aos alunos, maior competência de observação e intervenção pra construção de práticas ampliadas e compartilhadas em saúde11 Campos GWS.
Um esquema pra observação e cogestão de coletivos. São Paulo: Hucitec; 2000.. Os alicerces da metodologia são a noção de experiência e as articulações entre teoria e prática, reflexão e intervenção. Mas, pra além da extensão operativa do esquema, integrando pensamento e ação, tua potencialidade está em propiciar a construção de sentidos às experiências2424 Bondía JL. Notas a respeito da experiência e o saber de experiência.