FitnessPersonal responde: existe aquecimento impecável pros dias frios? 2016 por intermédio de um grupo atletas amadores veganos apaixonados por corrida e esportes em geral. Após alguns encontros, elas notaram que tinham pensamentos bem parecidos: todas queriam disseminar o veganismo e acreditavam que, parelho ao esporte, ele seria a apoio para uma existência mais saudável e feliz. Assim, se aproximaram, viraram amigas e escolheram elaborar a página Veganas no Esporte no Instagram e Facebook.
Quem vê as três hoje correndo ultramaratonas e provas de montanha não suspeita que elas só começaram a percorrer longas distâncias recentemente, após a conversão delas ao veganismo. Sim, elas são prova de que é possível alinhar uma dieta sem alimentos vindos de animais ao esporte – inclusive, desafios que duram mais tempo do que nosso expediente de trabalho!
Boa Forma: Quando você começou a correr? Ingrid: Desde o começo de 2015. Para mim, o esporte era uma estratégia pra perder gordura. Mas, montei anorexia e posso jurar que a corrida me salvou, por causa de comecei a me alimentar melhor em consequência a dela. Sabia que precisava desta modificação no cardápio pra evoluir como corredora.
Você não precisa provar nada a ninguém, só a você mesmo. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Pessoas que estão frustradas com a própria vida “espelham” estas frustrações em você, te julgando ou apontando o dedo. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O que elas querem é uma resposta reativa. Se afaste. Se preserve. Emily: Sou fisicamente ativa desde os doze anos. Pratiquei esportes como dança, trekking, musculação e corria para manter a forma.
Em 2015, achei a corrida de via e fiz minha primeira prova só para mulheres, um percurso de 8K. Terminei muito emocionada e feliz! A partir daí, comecei a baixar planilhas pra aprimorar o condicionamento físico, uma vez que de imediato queria completar uma meia maratona. Amigaaaa amanhã é feriadoo! Aja naturalmente😂😂😂 ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🚩Ja teve até corrida no sol que deu as caras em sampa hoje! 🙌🙌 Continue sonhando, treinando, suando, que continue a doer, a arder, a sujar e que a desejo de ser melhor nunca diminua! Andrea: Comecei esporadicamente em 2015 para queimar gordura, na esteira na academia.
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Um ano depois, li uma matéria sobre isto atletas veganos nos Estados unidos e localizei aquilo o máximo! Decidi que, e também ser vegana, queria ser atleta. Fiz a inscrição para a Meia Maratona de São Paulo daquele ano mesmo sem nunca ter corrido mais do que 10K. Treinei muito, do meu jeito, e completei a prova muito feliz, sem caminhar. Depois, confrontei uma maratona e comecei a diversificar a corrida, incluindo provas de montanha (que hoje são minha paixão). BF: Como o veganismo entrou em sua existência? I: Achei postagens sobre o assunto os estragos da carne e o maltrato dos animais quando decidi aprimorar a minha alimentação.
A partir daí, foi um caminho sem volta. Virei vegana depois de uma semana como vegetariana. E: Já não comia carne vermelha desde os 10 anos de idade e, visualizando livros a respeito de refeição saudável e formas de curar minha gastrite nervosa, achei documentários e livros sobre isso veganismo e alimentação vegana crua. Desde aquele instante, em 2015, entrei de cabeça no veganismo (e na corrida).
Foi a descoberta de um universo novo e, depois de entrar nele, meu rendimento e recuperação só melhoraram. Curei minha gastrite e muitas doenças de pele que tinha, além de emagrecer de modo saudável. A: Penso sobre desde meus dez anos, no momento em que ouvi um animal sendo morto. Sempre fui muito apegada aos bichos e depois de resgatar meu primeiro cachorro de rodovia, aos vinte e dois anos, fiquei pela mente que queria fazer mais por eles. O meu despertar foi no momento em que vi uma imagem de um cachorro e de um porco que dizia: “Por que você adora um e come o outro? “. Decidi que nunca mais colocaria carne pela minha boca.